Quero uma dessas
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Conscientização
Fazendo uma análise referente ao trecho extraído do livro de Gaader, vemos que ele cita a distância entre as pessoas pelo motivo econômico. Sendo assim, as diferenças sociais se exaltam e as classes mais abastadas vão se moldando na sociedade de acordo com aquilo que o dinheiro/poder lhe oferece. Portanto, a base de conhecimento que temos hoje da maioria dos países que são capitalistas é a má distribuição de renda, onde muitos têm pouco e poucos têm muito. Isso explica, principalmente, a situação em que o Brasil consiste nos dias atuais.
Infelizmente a única coisa que podemos fazer para que isso melhore gradativamente é conscientizar e levar a informação certa para as pessoas. Porque todos nós sabemos que grande parte desses problemas econômicos e diferenças de classes sociais, é causada pelo governo. É só pensar da seguinte forma: Mais de 900 mil logradouros em São Paulo são isentos de IPTU, ou seja, sobrecarrega aqueles que pagam. O que na realidade deveria ser feito, era dividir o valor para que não haja inadimplência e sobrecarga naqueles que são obrigados e dar esse dinheiro.
Isso justifica a má distribuição, a falta de escrúpulos do governo brasileiro. O que é feito com esse dinheiro? Talvez seja usado uma parte nos 10 meses antecedentes a eleição.
Infelizmente a única coisa que podemos fazer para que isso melhore gradativamente é conscientizar e levar a informação certa para as pessoas. Porque todos nós sabemos que grande parte desses problemas econômicos e diferenças de classes sociais, é causada pelo governo. É só pensar da seguinte forma: Mais de 900 mil logradouros em São Paulo são isentos de IPTU, ou seja, sobrecarrega aqueles que pagam. O que na realidade deveria ser feito, era dividir o valor para que não haja inadimplência e sobrecarga naqueles que são obrigados e dar esse dinheiro.
Prefeitura de São Paulo recebeu em média R$ 265 de cada morador da cidade, enquanto em Florianópolis R$ 223 e, no Rio de Janeiro, de R$ 193; se alteração na cobrança for aprovada pela Câmara, será arrecadado R$ 1 bilhão a mais.
Fonte: Jornal da Tarde. Segunda-feira, 2 novembro de 2009
Isso justifica a má distribuição, a falta de escrúpulos do governo brasileiro. O que é feito com esse dinheiro? Talvez seja usado uma parte nos 10 meses antecedentes a eleição.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A guerra do Fogo
Trabalho realizado a partir de uma análise filosófica e antropológica do filme A GUERRA DO FOGO
TEMA → Identidade e Diferença - A diferença entre as formas do conhecimento, campos de investigação filosófica, tema da filosofia contemporânea, comunicação e filosofia, conhecimento e cultura, valores culturais, identidade, diferença e globalização, a comunicação e a construção da identidade cultural.
terça-feira, 2 de março de 2010
Depois do Felizes para Sempre - Parte escrita
DEPOIS DO “FELIZES PARA SEMPRE”
O relógio marcava 16h45 quando Cinderela chegou à casa de chá. Esperando impacientemente lá estava a Bela, batendo os dedos no tampo da mesa. Apesar de não estar atrasada, pois o encontro foi agendado para as 17h, Cinderela se sentiu culpada por fazer a controladora Bela esperar.
- Que demora!” – exclamou a Bela, que já nem era tão bela assim, depois de ter se casado com a Fera, tinha engordado uns 15 quilos, para dizer o mínimo.
Depois do Felizes para Sempre - Parte gráfica
segunda-feira, 1 de março de 2010
CONSUMIDOR DE BAIXA RENDA ESTÁ ENDIVIDADO, MAS AINDA QUER COMPRAR
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 15/01/2010 - http://www.mundodomarketing.com.br
O acesso das classes da baixa renda ao mercado possibilitou que estas famílias consumissem mais. Consequentemente, o grau de endividamento entre estes consumidores aumentou. A novidade é que eles não pretendem parar de comprar. No último ano, o nível de endividamento das famílias paulistanas que recebem até três salários mínimos foi de 49%, segundo uma pesquisa realizada pela Fecomercio.
No entanto, de acordo com a mesma pesquisa, apenas 8% destas famílias declararam que não teriam condições de quitar suas dívidas. Para ter acesso a bens duráveis, estes consumidores recorrem aos financiamentos e acumulam parcelas em crediários, cheques, cartões de crédito, entre outros.
“O fato de acumularem uma dívida não é algo ruim. O alargamento do número de parcelas é a maneira que eles encontram para terem acesso ao mercado de consumo, por isso a taxa de endividamento cresce”, explica Adelaide Reis (foto), economista da Fecomercio, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Assinar:
Postagens (Atom)









